Áreas
de Atuação |
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| Histórico
A
Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano
e Regional – METROPLAN foi instituída pela Lei
nº 6.748, de 29 de outubro de 1974 e pelo Decreto nº
23.856, de 8 de maio de 1975, como órgão de
apoio técnico do Conselho Deliberativo da Região
Metropolitana de Porto Alegre, para exercer a programação
e execução de projetos e serviços de
interesse comum e prestar quaisquer outros serviços
compatíveis com a sua finalidade.
Pelas
alterações estatutárias estabelecidas
no Decreto nº 39.271/99 e Decreto nº 40.148/00,
a METROPLAN ficou encarregada de tarefas relacionadas com
a elaboração e coordenação de
planos, programas e projetos de desenvolvimento regional e
urbano do Estado. Inclusive a nova a atribuição
de planejamento, de coordenação, de fiscalização
e de gestão do Sistema Estadual de Transporte Metropolitano
Coletivo de Passageiros, conferida pela Lei Estadual n.º
11.127, de 09 de fevereiro de 1998.
Ao longo de sua existência, a METROPLAN consolidou-se
como órgão de articulação e apoio
à gestão regional e urbana, sistematizando o
conhecimento territorial estadual em suas diferentes instâncias
de organização espacial, contribuindo para o
fortalecimento técnico administrativo dos municípios.
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| Perfil
do RH
Para cumprir
sua missão, a Metroplan, possui uma organização
através de uma Superintendência e as Diretorias
de Transporte, Administração, Gestão
Territorial e Incentivo ao Desenvolvimento.
Para seu
funcionamento, atualmente conta em seu quadro de pessoal de
98 funcionarios. Os servidores, em sua ampla maioria, possuem
formação de nível superior, sendo 17
arquitetos, 2 assistentes sociais, 12 advogados, 9 economistas,
22 engenheiros, 3 geógrafos e bacharéis em Ciências
Sociais. No quadro ainda há profissionais de Comunicação
Social, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis,
Biblioteconomia, Biologia, Letras, Pedagogia Empresarial e
Tecnólogo em Processamento de Dados.

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| Áreas
de atuação
A Metroplan
atua na seguintes áreas
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Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA)
A Região
Metropolitana de Porto Alegre – RMPA, delimitada em
1968 pelo Governo do Estado, era constituída, além
da capital do Estado, por mais treze municípios. Já
àquela época, as áreas urbanas da Região
eram contínuas em quase todo o espaço metropolitano,
contribuindo de forma decisiva para uma estreita interdependência
entre problemas e soluções, tanto na área
econômica quanto na social, ambiental, espacial e político
institucional.
A interdependência
decorrente dessa continuidade espacial indicou que as funções
urbanas por tradição de competência das
administrações locais – controle da expansão
urbana, legislação sobre a localização
de atividades, prestação de serviços
sociais e infra-estrutura, entre outros – só
poderiam ser equacionados a partir de uma visão mais
abrangente por organismos supralocais.
De 1970
a 1973, os municípios da Região Metropolitana,
conscientes de sua incapacidade de resolver os problemas individualmente,
praticamente assumiram a condução do desenvolvimento
metropolitano, criando o Conselho Metropolitano de Municípios
– CMM (1970) e instituindo o Grupo Executivo da Região
Metropolitana – GERM (1970), como executor técnico
das diretrizes e políticas daquele Conselho, o que
levou à elaboração, entre 1971/73, do
Plano de Desenvolvimento Metropolitano. Com a promulgação
da Lei Complementar nº 14 (1973), que refletiu claramente
uma política centralizadora e de controle do Governo
Federal, os municípios passaram a ter uma função
meramente consultora (Conselho Consultivo), transferindo-se
a função de conduzir o desenvolvimento metropolitano
ao Estado (Conselho Deliberativo).
Formação da RMPA
Até
1988, a atribuição constitucional de criação
de regiões metropolitanas era do governo Federal. A
Constituição de 1988 passou esta atribuição
aos estados. A Constituição Estadual de 1989
manteve a RMPA com os 14 municípios, agregando três
municípios emancipados dos originais e cinco novos.
A Constituição Estadual prevê que alterações
na composição da RMPA somente poderão
ser realizadas através de Lei Complementar.
1973 |
1.
Alvorada
2. Cachoeirinha
3. Campo Bom
4. Canoas
5. Estância Velha
6. Esteio
7. Gravataí
8. Guaíba
9. Novo Hamburgo
10. Porto Alegre
11. São Leopoldo
12. Sapiranga
13. Sapucaia do Sul
14. Viamão |
| 1989 |
15.
Eldorado do Sul
16. Glorinha
17. Nova Hartz
18. Dois Irmãos
19. Ivoti
20. Parobé
21. Portão
22. Triunfo |
| 1994: |
23.
Charqueadas |
| 1998: |
24.
Nova Santa Rita
25. Araricá |
| 1999: |
26.
Montenegro
27. Taquara
28. São Jerônimo |
| 2000: |
29.
Santo Antônio da Patrulha
30. Arroio dos Ratos |
| 2001: |
Capela
de Santana |

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| -
Aglomeração Urbana do Nordeste (AUNE)
A Aglomeração
Urbana do Nordeste foi instituída pela Lei Complementar
pela Lei Complementar N º10.335/ 94, é composta
pelos municípios de Bento Gonçalves, Carlos
Barbosa, Caxias do Sul, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi,
Monte Belo do Sul, Nova Pádua, Santa Teresa e São
Marcos e possui um Escritório Regional instalado no
município de Caxias. A atuação da Metroplan
na região tem se destacado por ações
nas área de Transporte e no Conselho Técnico
de Assessoramento Permanente na região.
Realizações
na Área de Transporte:
•
Encaminhamento de documentação para viagens
especiais de fretamento de empresas sediadas nos municípios
da AUNe para DTM
• Operação Romaria do Caravaggio: desenvolvida
em conjunto entre a fiscalização de Caxias e
de Porto Alegre
• Operações de fiscalização
intensiva(diariamente) nas rodoviárias dos principais
municípios da AUNe
• Operações de fiscalização
em conjunto com a DTM em pontos estratégicos de fluxo
de transporte intermunicipal (universidade, RS122, São
Gotardo, etc...)
• Construção do novo terminal de ônibus
no Santuário de Caravaggio
• Estudos junto à Universidade de Caxias do Sul
para padronização das paradas de ônibus
intermunicipais dentro da Cidade Universitária
Realizações
junto ao Conselho Técnico de Assessoramento Permanente:
•
Discussão de estratégias para implantação
do Estatuto das Cidades nos municípios da AUNe
• Desenvolvimento de plano integrado regional para o
turismo e meio rural na região da AUNe
• Acompanhamento dos municípios para o licenciamento
ambiental
• Participação técnica no desenvolvimento
de mapa base para estudos de impactos regionais
• Articulação junto ao Governo do Estado
para realização da cartografia urbana e rural
dos municípios da AUNe
Realizações
na Área Habitacional:
•
Atuação junto aos COREDES para o processo de
Consulta Popular
• Aprovação junto ao Governo do Estado
de R$ 95.000,00 para desenvolvimento do Plano de Resíduos
Sólidos para o COREDE/SERRA
• Levantamento de pré-estudos para desenvolvimento
de unidades habitacionais para a Brigada Militar em Caxias
do Sul.
Formação da AUNE
1. Bento
Gonçalves
2. Carlos Barbosa
3. Caxias do Sul
4. Farroupilha
5. Flores da Cunha
6. Garibaldi
7. Monte Belo do Sul
8. Nova Pádua
9. Santa Teresa
10. São Marcos

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| -
Aglomeração Urbana do Sul (AUSUL)
Em 26
de novembro de 1990 foi instituída pela Lei Complementar
9.184 a Aglomeração Urbana de Pelotas, formada
pelos municípios de Pelotas e Capão do Leão.
Em 26 de dezembro de 2002, através da Lei Complementar
11.876 foi alterada a denominação para Aglomeração
Urbana do Sul, incluindo aí os municípios de
Arroio do Padre, São José do Norte e Rio Grande.
Entre
as ações na AUSul, em 2004, foi realizada a
pavimentação da rótula viária
e no núcleo central urbano de Arroio do Padre, numa
área de 3.744 m2. O investimento foi de R$ 161.284,00,
correspondente a verba prevista pela Consulta Popular na região.
A obra foi inaugurada em 27 de dezembro
1. Pelotas
2. Capão do Leão
3. Arroio do Padre
4. Rio Grande
5. São José do Norte

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- Aglomeração
Urbana do Litoral Norte (AULINORT)
A Aglomeração
Urbana do Litoral Norte, instituída pela Lei Complementar
12.100, de 27 de maio de 2004, é formada por 20 municípios
e tem como finalidade planejar e executar as funções
públicas de interesse comum, buscando o desenvolvimento
e a qualidade de vida das cidades envolvidas. O Escritório
Regional da Aglomeração Urbana do Litoral Norte,
inaugurado em 25 de fevereiro de 2005, está localizado
no município de Osório, na Av. Marechal Floriano,
1459.
1. Arroio do Sal
2. Capão da Canoa
3. Capivari do Sul
4. Balneário Pinhal
5. Caraá
6. Cidreira
7. Dom Pedro de Alcântara
8. Imbé
9. Itati
10. Mampituba
11. Maquiné
12. Morrinhos do Sul
13. Osório
14. Palmares do Sul
15. Terra de Areia
16. Torres
17. Tramandaí
18. Três Cachoeiras
19. Três Forquilhas
20. Xangrilá
Histórico
- A importância da Região
1975:
Firmado convênio entre SUDESUL, DNOS e Governo do Estado.
Elaborado o Plano Integrado para o Desenvolvimento do Litoral
Norte do Rio Grande do Sul.
1994:
Elaborado o Diagnóstico Preliminar dos Aspectos Ambientais
do Litoral Norte do Rio Grande do Sul pela Companhia de Pesquisa
de Recursos Minerais – CPRM.
1995:
Elaborado o Diagnóstico da Destinação
Final dos Resíduos Sólidos Urbanos, trabalhado
conjunto CPRM, FEPAM e METROPLAN relacionando o tema para
o litoral norte e médio do Estado. O diagnóstico
evidenciou:
-
Descolocamento dos resíduos sólidos entre os
municípios
- A existência de inúmeros focos de lixo em margens
de recursos hídricos
- A disposição em terrenos arenosos com alta
permeabilidade e lençol freático superficial
- Lixões em áreas alagadiças, próximo
às lagoas ou oceano
Resultado
das 15 Áreas Avaliadas
Oito áreas
apresentam péssima localização; Cinco
áreas apresentam condições ruins e duas
apresentam condições razoável ou boa.
Faltam áreas adequadas para disposição
de resíduos sólidos e há necessidade
de soluções de abrangência supra municipal.
2000:
A FEPAM, publica o documento Diretrizes Ambientais para o
Desenvolvimento dos Municípios do Litoral Norte. O
estudo propõe 14 zonas com padrões de paisagem
semelhantes, contendo informação sobre sua fragilidade
e condicionantes ambientais de cada zona e procura estabelecer
diretrizes de planejamento e gestão, que permitam definir
as restrições e potencialidades de uso dos recursos
naturais.
2004
: A METROPLAN produz o documento Subsídios para o enfrentamento
dos resíduos sólidos urbanos nos municípios
de Três Cachoeiras, Três Forquilhas, Terra de
Areia e Itati.
-Caracterização dos municípios e seus
resíduos
-Compilação da Legislação Brasileira
e Gaúcha
-Elementos para estruturação do sistema de gerenciamento
integrado de resíduos sólidos
-Considerações sobre processamento, tratamento
e destinação final dos resíduos
A METROPLAN
contrata, com recursos da Consulta Popular, o Estatuto se
Concepção do Traçado da Avenida do Litoral,
que resgata as funções da antiga RS 786 (inter
praias), ligando Palmares do Sul (Quintão) à
Torres, percorrendo onze municípios da orla do Litoral
Norte.
Ocupação
Recente
Dados
do IBGE
Censo Demográfico de 1991 - População
residente: 133.727 habitantes
Censo Demográfico de 2000 - População
residente: 192.524 habitantes.
Crescimento de 43,96% em 9 anos.
Crescimento
das Regiões entre 1991/2000
Região
Metropolitana de Porto Alegre: 16,15%
Aglomeração
Urbana do Nordeste: 23,44%,
Aglomeração
Urbana de Pelotas: 13,32%
Rio
Grande do Sul: 11,39%
Propostas Apresentadas no 1º
Encontro dos Municípios da Aglomeração
Urbana do Litoral Norte
No 1º
Encontro realizado em 15 de julho de 2004, a METROPLAN apresentou
as propostas de ações no Litoral Norte. São
elas:
1. Programa
de Capacitação dos Gestores e Servidores Municipais
para a elaboração e implementação
de Planos Diretores de Desenvolvimento Municipal ( já
em andamento no litoral ):
Capacitar
os municípios para a gestão ambiental; instruir
e treinar o corpo técnico de planejamento municipal
; possibilitar aos Governos Municipais implementar seus processos
de ordenamento territorial na tomada de decisões adequadas
ao potencial ambiental dos municípios e compatíveis
com o seu desenvolvimento..
2. Gerenciamento
dos Resíduos Sólidos:
Contratação de estudos técnicos para
o sistema de gerenciamento de resíduos sólidos
na Aglomeração . Contemplando a legislação
urbanística e ambiental para o tratamento e disposição,
rotas de coleta e locais de tratamento e disposição
final.
3. Gerenciamento
do Transporte Coletivo Intermunicipal:
Planejamento e controle operacional do sistema: horários,
itinerários, condições de frota, urbanidade
do pessoal de operação, cálculo tarifário
setorizado, regulamentação do transporte de
fretamento e melhorias nos terminais e paradas de ônibus.

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